Frágil mulher
Izaura N. Soares
Graduando cada meta de sua vida,
A doce frágil mulher soberana,
Trava uma batalha quase que insana,
Para manter sua vitória adquirida.
É quase como um sopro, que guardaste,
Dentro do peito o grito de alegria,
A explosão do sentimento de euforia,
A busca da perfeição de um contraste.
Gritar ou calar-se meiga senhora,
Há tanto tempo guardando um silêncio,
Que sufovava dentro do seu ser.
Na sua fragilidade tu és guerreira,
Tu és a força de uma companheira,
Que exerce a soberania de uma mulher.